Feb
18
Em uma reunião de negócios que participei, durante uma conversa entre gestor e colaborador, ouvi uma frase que me fez refletir. O gestor diz, infatizando:
- Fulano, você tem 1 mês para me entregar o trabalho! E o colaborador responde:
- Pode ficar tranquilo chefe.
E o chefe:
- Eu estou tranquilo……Quem não deve ficar tranquilo é você!
Reexplicando: Tranquilidade no trabalho? Estou fora!!!
Feb
18

Acertos e erros fazem parte do nosso dia-a-dia. São etapas necessárias para o crescimento pessoal e profissional de qualquer pessoa. Acertos nos motivam e nos fazem seguir. Erros, nos fazem refletir, e, seguir. E SEGUIR e evoluir é o que importa.
Seguir é sinonimo de aprendizado. Quem nunca errou? Acho que todos que estão lendo esta postagem concordam que todo mundo erra. Mas, o mais louco, é que existem pessoas que acham que NUNCA ERRAM, e sempre encontram culpados para seus erros.
Prefiro alguém que erre três vezes e assuma o erro, refletindo, aprendendo e evoluindo, do que alguém que erre uma vez mas não reconheça, transferindo responsabilidade.
REEXPLICANDO: Errar é humano! Não assumir o erro ou transferir a culpa é no mínimo anti-ético.
Policie-se se você não errou nenhuma vez nos últimos meses! Ou você faz parte da solução, ou você faz parte do problema.
Feb
18
É impressionante como a cada dia o mercado de trabalho está sendo invadido pelo profissional “veja bem”. Para reconhecer este perfil de profissional é muito fácil. Simplesmente faça-lhe uma pergunta que remeta a prazos, metas, novos desafios, e logo terá uma resposta evasiva iniciando pela famosa frase, “veja bem”. Por exemplo:
- Fulano, é hoje a data para entrega do projeto? E ele responderá:
- “Veja bem”, a data proposta, blá, blá, bla.
É “veja bem” pra isso, “veja bem” pra aquilo, é “veja bem pra tudo”. Com este perfil de colaborador nunca se consegue uma resposta direta, objetiva ou um prazo.
Quando será que os prós serão maiores que os contras? Quando será que os fatores externos deixarão de serem os culpados pelo atraso. Quando será que o funcionário “veja bem” vai falar mais sim do que não, talvez, veja bem!
Pra REEXPLICAR, finalizo com uma afirmativa: Vejam bem vocês! Sou vacinado, não pego esse vírus e o antídoto é a base de tratamento de choque cultural.
Feb
12

Uma Reexplicação de 5 posturas profissionais fundamentais para “sofrermos menos” no dia a dia profissional.
AULA.1.
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?
O corvo responde:
- Claro, porque não?
O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Conclusão: *Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo*.
AULA.2.
Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo.
Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.
Conclusão: *Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.*
AULA.3.
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.
O gênio diz:
- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!
- Eu primeiro, eu primeiro. ‘ grita um dos funcionários!!!!
- Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida ‘… pufff e ele foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas! Puff, e ele se foi.
- Agora você – diz o gênio para o gerente.
- Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!
Conclusão: *Deixe sempre o seu chefe falar primeiro*.
AULA.4.
Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando. A campainha da porta toca.
Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, e enrola na toalha e desce as escadas.
Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz:
- Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!
Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua.
Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora.
Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.
Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:
- Quem era?
- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela.
- Ótimo! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo?
Conclusão: *Se você compartilha informações a tempo, você pode prevenir exposições desnecessárias*
AULA.5.
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.
No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas e acha que provavelmente algumas mulheres invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa.
Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Conclusão: *A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente*.
Feb
12
Estava pensando em escrever sobre as características interpessoais e sua influência direta na empregabilidade das pessoas. Para isso, compartilho com vocês um texto do Max Gehringer que Reexplica esta questão.
O Raul e o Pena – Por Max Gehringer
“Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso
surpreende muita gente.
Figuras sem um Vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul. Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.
Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho – com tinta nanquim.
Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena – que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena? O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.
Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.
Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite.
Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de
recursos humanos da empresa do Raul.
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável… ele
entendia de gente. Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra
dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
‘Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo’.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.
Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio. Essa era a principal competência dele.”
‘Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes.’
Max Gehringer
Feb
11
Estou tentando praticar alguns dos conselhos do mestre Steve Jobs. Postei uma material ótimo sobre ele coletada da revista Exame. Veja e aproprie-se.
1 – Encare as decisões difíceis e não se deixe levar pela emoção. Avalie o problema de forma objetiva, mas jamais tenha medo de errar.
2 – Busque informações e fuja das suposições. Faça sempre uma avaliação completa e baseie suas decisões nesses dados. É duro, mas justo.
3 – Trabalhe em equipe. Evite colocar toda a carga de decisões difíceis sobre as suas costas.
4 – Foco, foco, foco. Focar é o mesmo que dizer não. A Apple sempre concentrou seus recursos em um pequeno número de projetos, mas muito bem executados.
5 – Seja quase um déspota. Afinal, alguém tem que dar as ordens.
6 – Gere alternativas para escolher a melhor. Jobs sempre insistiu com a equipe para ter opções e as descartava sem muita discussão.
7 – Simplifique. Fuja do complexo e diga não ao supérfluo.
8 – Crie os projetos pixel a pixel. Desça até os mínimos detalhes. Jobs se prendia a miudezas tidas como insignificantes por muitos CEOs.
9 – Não tenha medo de recomeçar. Valeu a pena fazer o MacOS X, mesmo à custa do trabalho de mil programadores por três anos.
10 – Não dê muito ouvidos a seus compradores. Eles provavelmente ainda não sabem o que querem.
11 – Demita os idiotas. Funcionários talentosos são uma vantagem competitiva para qualquer empresa.
12 – Se perder o barco, trabalhe para recuperar o tempo perdido. Jobs não percebeu a revolução da música digital no seu início. Mas criou um modelo de negócios vencedor.
13 – Conecte-se, estude. Uma cultura corporativa é feita de insights. Conecte-se a diferentes tribos e estude temas desvinculados ao trabalho.
14 – Gere e teste. As interfaces revolucionárias do iPod e do iPhone foram descobertas por tentativa e erro.
15 – Seduza. Jobs sabia ser um grande sedutor quando necessário.
16 – Faça as perguntas certas. Mas duvide sempre das respostas.
17 – Defina prazo e cobre. Jobs queria o iPod nas lojas no outono de 2001. A equeipe teve seis meses para lançá-lo.
18 – Busque oportunidades. A Apple não estava no negócio de dispositivos eletrônicos. Curioso, Jobs queria entender esse mercado. E o dominou.
19 – Queime os navios. Jobs matou o mais popular iPod para dar lugar a um modelo mais fino.
20 – Evite as concessões. A obsessão de Jobs por excelência criou um singular processo de criação que gerou uma família de produtos inovadores.
Oct
23
Resumo realizado pela minha colega de trabalho Joana de Fátima Vieira. Ficou ótimo e quero compartilhar estas idéias com vocês. Obrigado Joana.

A era da informação deixou para trás aquela idéia de subsistência que conhecíamos no passado quando uma corporação se sobrevivia da venda de seus produtos.
Com a dinâmica da informação e a acirrada concorrência diante dos relacionamentos em rede as corporações não têm mais o olhar somente para sua casa ela precisa ir além, é preciso ouvir os colaboradores, os concorrentes, os parceiros enfim hoje uma instituição não sobrevive se não se atentar ao que lhe cerca.
As relações acontecem em rede e se antes a única relação entre empresa e empregado era uma relação de venda de serviço mediante um contrato regido pela CLT hoje essa relação é outra porque este colaborador é consumidor portanto ele é cliente, é acionista enfim hoje os interesses são bem mais amplos.
Aquela empresa que antes era apenas um concorrente hoje ela é parceira e o diretor dela faz parte da mesma associação que o diretor da outra e que ambos se falam com os acionistas estrangeiros, enfim é uma relação em rede.
Nesse emaranhado todo aliado a forma de comunicação que hoje, em rede e imediata não é mais possível esconder erros, agora ficou tudo mais evidente, não se tem mais o tempo para se programar mesmo porque as coisas acontecem e são noticiadas segundos após.
Vivemos então a era da Informação, mundo em que o mais importante é a informação transformada em conhecimento, é o intangível.
As empresas que antes tinham apenas o tangível de onde vinham seus lucros, antes bastava saber gerenciar estrutura, normas, processos e metas que são tangíveis, hoje vivem outra realidade porque essas empresas estão se deparando com a necessidade de se reestruturar e isto não diz respeito apenas em desenhar um planejamento estratégico e um organograma, mas sim na questão da sua identificação, na busca de se redefinir.
É preciso repensar quais são os seus valores, sua missão e seus objetivos, quem são seus aliados?
É preciso gerenciar os intangíveis é dar significado às coisas é gerenciar a cultura da instituição e este é o grande desafio das corporações, é preciso a competência de gerenciamento da cultura, que inclui também a gestão de marca, é repensar nas suas crenças, nos seus propósitos, na linguagem da marca, na percepção de valor, etc.
Nessa roda de transformação quem não gerenciar o seu intangível está fadado ao desencanto, pois não poderá oferecer produto com a garantia de entrega futura.
Oct
23
Após algumas leituras e reflexões no dia de hoje, percebi que preciso fazer algo que não faço faz tempo: Parar para me “replanejar”. Parei por algumas horas e foquei meus pensamentos em mim. Refleti sobre minhas atitudes profissionais e pessoais e sobre como melhorar nestes aspectos. Em resumo me deparei com a seguinte pergunta: Como me diferenciar?
Sugiro que também faça isso! Pare por alguns instantes e reflita sobre suas posturas. Será que não está reclamando demais da vida, e deixando de viver? Será que não está reclamando muito do seu trabalho e deixando as oportunidades passarem sem serem vistas?
Existe uma frase que diz: “antes de reclamar do vento, reposicione as velas”. Eu irei reposicionar minhas velas iniciando por um item que considero primordial: O conhecimento.
Reveja os seus hábitos de leitura! Um autor chamado TIM SANDERS, alto executivo da Yahoo! citou em um dos seus livros que, nesta nova época profissional, as pessoas são valorizadas e remuneradas pelo seu conhecimento. REEXPLICANDO: Não dá mais para você ficar meses sem ler um livro voltado para sua área de atuação. “HÁ MILHÕES DE VOCÊ LÁ FORA. QUEM NÃO SE DIFERENCIAR VAI SE EXTINGUIR”.
É isso mesmo, a diferenciação é um dos principais pontos de sucesso nesta nova era profissional. Quantas vezes você foi elogiado esta semana? Quantas vezes foi recomendado para realização de algum trabalho. Quantas vezes disseram a seu respeito: “Você precisa conhecer esta pessoa”. Quanto maior este número, maior é o seu grau de diferenciação frente às pessoas que estão à sua volta.
Parafraseando TIM SANDER: “EU QUERO QUE OS OUTROS QUANDO PENSAREM EM PESSOAS DO MEU RAMO DE NEGÓCIOS, PENSEM PRIMEIRO E IMEDIATAMENTE EM MIM”. Isto é ser diferenciado.
Enfim, creio que o primeiro ponto para se diferenciar é o conhecimento. Quanto maior o seu conhecimento sobre determinado assunto, mais referencia será para as pessoas de seu ramo de atuação. E, é a referencia que te fará ser lembrado e procurado! E o dinheiro? Essa resposta é fácil: Vem como conseqüência!
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Emerson Feliciano
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Jul
19

E se você tivesse a oportunidade de bater o 5º pênalti? Essa é a grande pergunta que me passa pela cabeça hoje. Em qual desses perfis de jogadores você se encaixaria?
a) Se recusaria s bater o pênalti
b) Bateria pra fora
c) Faria o Gol
Mas, “mudando de pano pra manga”, e se o seu jogo ao invés de ser futebol, fosse o jogo da vida e o seu pênalti fosse um grande problema a resolver no âmbito profissional, pessoal, sentimental. Será que você marcaria o gol?
Quantos pênaltis você converteu em gols hoje? Quanto se recusou a cobrar? Quantos chutou mal pra caramba? E em quantas oportunidades perdidas você colocou a culpa no gramado?
E na manhã desta segunda-feira, mais uma vez aconteceu o “previsível”: Muitos profissionais reclamando dos pênaltis perdidos pelos jogadores e esquecendo-se de fazer seus próprios gols.
No nosso dia-a-dia, disputamos partidas difíceis em que a decisão na maioria das vezes vai para os pênaltis e por conta de não aceitar sair da famosa ZONA DE CONFORTO, deixamos que outro jogador arrisque bater o penal.
“JOGADOR QUE É JOGADOR”, NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE COLOCA A BOLA EMBAIXO DO BRAÇO E CORRE PRA MARCA.
“Jogador que é jogador”, não foge das responsabilidades. Não “coloca a culpa no gramado”. Não culpa o outro por chutar pra fora, depois dele mesmo ter se recusado a cobrar.
E não se esqueça: TODOS OS DIAS COBRAMOS DEZENAS DE PENALTIS. E VOCÊ? Esta convertendo os seus em Gols?
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Emerson Feliciano
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Jul
14

FAHRENHEIT 451 é um livro Editado em 1953, que concebe uma sociedade futura integralmente controlada pelos meios de comunicação, especialmente a TV, na qual os livros foram proscritos e devem ser queimados. Os bombeiros passaram a ser os responsáveis pela tarefa. A ALIENAÇÃO SOCIAL chegou ao ponto máximo e as pessoas só interagem com os personagens de diversas programações televisivas.
Um bombeiro começa a tomar consciência do que está acontecendo por meios de livros que roubou e passou a ler. Rebelando-se, só tem como alternativa fugir para fora da cidade, onde vivem os rebeldes. São esses rebeldes que mantêm o CONHECIMENTO vivo, guardando na memória os grandes textos da história da humanidade.
Este livro possui ótimos trechos para reflexão, mas a parte que mais me chamou a atenção está descrita na íntegra abaixo. Vale a pena ler este livro.
“Todos devem deixar algo para trás quando morrem, dizia meu avô. Um filho, um livro, um quadro, uma casa ou parede construída, um par de sapatos. Ou um jardim. Algo que sua mão tenha tocado de algum modo, para que sua alma tenha para onde ir quando você morrer. E quando as pessoas olharem para aquela árvore ou aquela flor que você plantou você estará ali. Não importa o que você faça, dizia ele, desde que você transforme alguma coisa, do jeito que era antes de você tocá-la, em algo que é como você depois que suas mãos passaram por ela. A diferença entre o homem que apenas apara gramados e um verdadeiro jardineiro está no toque, dizia ele. O aparador de grama podia muito bem não estar ali; o jardineiro estará lá durante uma vida inteira”.
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